Um pouco de cultura

anorexia aconteceu durante a Idade Média com o surgimento das santas jejuadoras. Acredita-se que com o crescimento do cristianismo a visão da divindade passou a ser mais magra. A gula passou a ser um pecado capital e logicamente fazer jejum levava a pessoa a um ponto mais próximo de deus. Assim como hoje uma mulher magra pode se achar mais próxima do padrão da “perfeição”, naquela época fazer um jejum auto-imposto trazia vantagens como negligenciar seus deveres e/ou exercer controle sobre outros, barganhar por abstinência sexual com seu marido, rejeitar um casamento indesejado ou rogar por membros da família. Estas santas jejuadoras conseguiam passar por cima da autoridade dos homens da Igreja. Neste contexto surgiram figuras como Santa Liduina, que comia apenas um pedaço de maçã por dia, Santa Wilgefortis (do latim Virgo fortis, "virgem forte"), que rejeitava os alimentos oferecidos, fazia jejuns e vomitava o que era obrigada a ingerir, Santa Colomba de Rieti, que morreu por desnutrição severa auto-imposta e Santa Verônica, que não ingeria alimento algum, exceto às sextas-feiras, dia em que permitia-se mastigar cinco sementes de laranja em nome das cinco feridas de Jesus. Estas são apenas algumas histórias das santas anoréxicas que povoaram a Idade Média. Isso é uma prova que mulheres se forçam a manter um nível de magreza extremo há muito mais tempo do que pensamos ao ver casos do dia a dia. a matéria a seguir está em ingles mas da para fazer uma breve comparaçãodo que é melhor para uma pessoa feliz...meio termo talvez ? mas gorda jamais, então atitude sempre, só depende de vc , como já te falei em outro post, bj e se cuide.

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